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3 de fev. de 2015

CRESCER DÓI, E COMO DÓI...



"Traga-me um pouco d'água, eu tenho sede."
 Crescer dói, e crescer espiritualmente dói mais ainda. Principalmente quando a alma tem sede de Deus. O crescimento com a espiritualidade libertadora,  trata-se de um rasgo em carne viva...  Sabe porquê?    Porque a alma tem medo da apostasia.

  E assim, eis que vejo-me, mais uma andante solitária com a alma prenhe de espiritualidade libertadora.  E desta forma, eis que sinto-me dolorida,  com meus pés na areia do deserto,  pisando na quentura de 60º C.  E as consequências na dor, é o escaldar dos pés na entrada aterrorizante de viver no deserto de mim mesma.   E as consequências do amor, é o refrigério  dos pés na libertação de uma intimidade maior e crescente com Deus.  
 
Lembro-me de uma frase que li não sei onde, mas que ajuda caminhar nas areias quentes do deserto:  

✿•.¸¸.••❥  "E todos nós como andantes temos uma ou outra lição a passar devida à intimidade com a estrada. A estrada é sábia e tem mestria em ensinar aos pés. Embora seja certo que o caminho ainda segue muito à frente..." 

Quantas lições me esperam?

 Hoje pedi ao mestre, lava-me os pés com sua doce água pura, dá-me o refrigério do 'homem novo'. Lava-me os pés e limpa-me do homem velho que quer morrer para a estrada velha.  Mesmo que o "gosto"  ainda esteja vivo nos caprichos do desejo e da ilusão do velho ego.


 Dessedenta minha sede, traga-me um copo d'água. Jorre sobre mim, a pura água do poço da regeneração. 

 Estou no caminho... E vocês amigos do sagrado coração? A ficha já caiu????
 Transforme seus pés escaldados do homem velho em pés diligentes do homem novo.
Sigamos juntos com os pés diligentes na direção da libertação da alma, assim ascenderemos os degraus iniciáticos da via apaixonada em direção a Deus.


 Paz Profunda  ¯\_(ツ)_/¯  
Bom dia  amigos!
Melhores abraços
Norma Villares


2 de ago. de 2014

SE O ORGULHO DIMINUÍSSE, A FACILIDADE DO PERDÃO AUMENTAVA.

  


SABEDORIA DA INFÂNCIA.

 Muitas vezes na infância e adolescência, por qualquer besteira ‘trocávamos “DE MAL”, juntávamos os dedos indicadores, e a pessoa ofendida partia (cima para baixo), e selando o trato, não falávamos mais um com o outro. Depois, a saudade apertava, e a reconciliação era muito fácil, e selávamos o "DE BEM", juntávamos os indicadores e o outra pessoa partia os dedos (de baixo pra cima) e retornávamos ao ‘status quo ante’.

Assim vivíamos, sem guardar mágoa ou rancor de ninguém, pois o importante era a vida de folguedos, que é rara e bela. Assim sendo, o viver era simples e feliz na infância...

Mas, adultecemos e perdemos o vínculo com a “criança interior”. Mas, a inteligência emocional vivaz, em sua agudez de sabedoria, ensina-nos que devemos seguir nas trilhas de resgate da criança deixada lá atrás... E seguindo esta rota da alma, voltamos ao aprendizado ISO 9.000 e reconquistamos a sabedoria da 'criança interior' lá da infância. Esta é a verdadeira sabedoria.

Lembrem-se: O perdão não busca os culpados, antes de tudo o perdão busca a liberdade.

Perdoa as bobagens dos outros, perdoe as sua próprias bobagens!!!!

A vida é bela!

Bom dia rosas e cravos do dia! Se eu pudesse morar perto pra te ver todo dia.

Norma Lúcia Villares

28 de jul. de 2014

CORAÇÕES UNIFICADOS


  

 A evolução é inevitável, e a grande síntese do estado consciencial evolutivo na modernidade, é uma mudança de características hereditárias, dizem os cientistas. Acredito principalmente nas mudanças dos valores morais que uma sociedade pode implementar, e assim o processo poderá ser transmitida de geração à geração. A evolução nesse sentido pode ser definida como qualquer alteração dos estados vibracionais e das frequências dos pensamentos individual atuando no coletivo, e alterando o 'modus vivendus' da população fazendo com que mudem ao longo do tempo. Creio também que o grande pico evolutivo são as modificações nos níveis dos sentimentos, promovendo a unificação de corações no sentir, e no pensar, uma vez que nascemos simples em seu sentir e ignorantes em seu pensar.  Este rastreamento emocional será promovido pelas plúrimas reencarnações, e este estado elevado de consciência sensível  promoverá a elevação na arte de amar e modificará as estruturas desse planeta... 

 Os seres sencientes ( aqueles com capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade), são os que mais sofrem neste planeta, e creio serem eles àqueles que promoverão a unificação de corações.  A dor do outro é sua também.  Sim, se você é sensível, somos iguais. Que booooooooom!!! Encontrei alguém que verdadeiramente se  IMPORTA.  
Ode aos corações unificados! 
 
 Bom dia flor do dia! 
 Sublimes abraços
 Norma

19 de jul. de 2014

A DOR É UMA ILUSÃO!?




Um mestre Zen chinês, explicava sobre a dor, ensinando a seus discípulos que no atual estágio evolucionário da humanidade, ela permeia a vida, tanto a dor física pessoal, mental, emocional, espiritual, como a coletiva e, que se intensifica antes da sua inevitável extinção.

Então um discípulo diz: - A dor é uma ilusão, não é nada, é simplesmente um drama.

O mestre que era um homem grande e muito forte, fechou a mão e com bastante força deu um cascudo no discípulo.
O discípulo deu um grito forte de dor: - Aiiiiiiiiiiiiiiiiii ... Doeu... Doeu... Doeu...

Em seu canto, silenciou e foi meditar.
___________________________________  x __________________________________

Este conto Zen, ensina reflexionar sobre a dor do outro. Somente quem passa pelo sofrimento, quem sente a dor pode saber a intensidade a dor... Racionalmente todos sabem, isto não é nada. Mas, a mente, o corpo, as emoções tem memórias arquetípicas e acessam outras dores de um passado longínquo.

Jean Yves Leloup dizia: Ao tocar um corpo lembre-se que neste casulo guarda as memórias de todas dores da alma.

Por isso, se desconhecemos as ancestrais memórias das dores alheias, não devemos vilipendiar de sua dor. E, muitas vezes, um cascudo bem forte, daqueles que desnorteia a cabeça, ensina o que é a dor aos insensíveis.

E Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, diz muito bem, em sua canção:

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor...

Assim é a vida, assim é a vida...
Cada qual no seu quadrado, cada qual entendendo sua própria dor, e que se intensifica até a sua extinção... O tempo é de cada um individualmente.
Venha lá Sr. Tempo...
Ainda não chegou o Sr. tempo...
O tempo já chegou...
Assim é a vida...

Norma Lúcia Villares

30.03.2014

18 de jul. de 2014

CONFIANÇA NA INTUIÇÂO












No budismo Tibetano, há um provérbio que diz: " entre  duas  testemunhas, confie na mais importante". Isto significa que, quando se deparar com dois pontos de  vistas, você deve confiar sobretudo em sua intuição e na Verdade Interior. Para compreender nosso lugar numa determinada situação, temos  de  ser capazes  de confiar em nossa sabedoria interior, e em nossa intuição.  E daí,  devemos  agir  de acordo  com  a  própria verdade interior.


Namaste!
Norma Lúcia Villares Barral
01.04.2014

7 de mai. de 2011

MÃES PERFUMADAS




E o perfume exalava de sonhos em sonhos, com uma infância invejável... Eu pensava que alí era o céu. Era apenas duas mães de luzes faiscantes em amor, mente aberta e criativa, que brindava a nossa criancice com a vida rica de magia, deixando-nos com olhos vidrados de quimeras... era duas fadas madrinhas quem contava as cantigas de ninar, as histórias contadas e cantadas... E rodeando e cantarolando ensinava as 'rodas' num encantamento sem igual.

Sonhos em sonhos, da infância eu recordo uma vida rica de estrelas, que no céu anil via passar brilhos iridiscentes da opala preciosa, deixando fincar na terra a esperança em nossos corações. E com a luz do sol poente, ver voando carneirinhos de nuvens mimosas brilhando como animais cósmicos espocando outras formas de amor. E assim, como sonhos mágicos, eram as fadas madrinhas que mostrava a vida de brincadeiras com a natureza.

E com sonhos e muito mais sonhos a mocidade chegava, como trilhas nos grandes desertos da agonia, eram as fadas madrinhas que chegava com água fresca para um oásis sedento de inovações, e como guia orientava os passos incertos pelos desertos em amplidão.

E no final, ficaram-se as esperanças guardadas no coração, e hoje resta apenas as saudades das fadas madrinhas, que foram as mães perfumadas que a Divina Luz me presenteou.
Memórias e Saudades... Vai pra luz!
Feliz Dias das mães!

Norma Villares
08.05.2011

6 de mai. de 2011

MÃOS ENFERRUJADAS


A vida conspira em mágicas descobertas para enriquecer a alma, e a aceitação das mudanças como uma constante em nossas vidas, é uma forma de realizar essa experiência. E esses momentos mágicos iniciam à partir de um descontentamento pessoal seguida de uma interpretação profunda...

Espreitava-me o eterno descontentamento do 'ser humano velho', com os modos antigos e ineficientes de viver que utilizava no meu passado, somado ao grande desejo de descobrir e explorar os maiores potenciais de meu futuro.

Nos idos de 1991, um novo ciclo estava surgindo em minha vida, com muitas problemáticas ainda por resolver: a cada novo passo dado, começa a sentir-me melhor comigo mesma; a minha vida adquirindo novos significados à medida que experimenta novas possibilidades nunca antes consideradas, que era estudar o Espiritismo. Mas, eu não conseguia atingir o ápice até me elevar acima dos mais altos níveis kármicos do nódulo sagrado bem fechado que apertava meu coração: precisava aprender a renunciar graciosamente aos hábitos negativos e às memórias que já não serviam os objetivos da minha nova vida. Precisa aprender a seguir caminhando até sentir que não havia mais pegadas atrás de mim. Porque a mais apaixonante verdade não dissolve o nódulo sagrado, experienciado na realização de uma transmutaçao do estado consciencial. Havia muitos caminhos a serem trilhados, mas eu havia distanciado do meu 'norte existencial', e por mais que o ser humano consiga chegar até ele, sempre há mais caminho a trilhar pois ele representa a espiral transcendente, e sem começo, ou o fim rumo à energia global e essência de tudo.

E foi nesse percurso que deparei fazendo um curso Estudos Sistematizados da Doutrina Espírita, e o destino colocou essa história que iniciou-me no labor altruista o qual encontro engajada até a presente data, por isso em agradecimento, eu vou postar essa linda mensagem:




"Quando Joaquim Sucupira abandonou o corpo, depois dos sessenta anos, deixou-nos conhecidos a impressão de que subiria incontinenti aos Céus. Vivera arredado do mundo, no conforto precioso que herdara dos pais. Falava pouco, andava menos, agia nunca.
Era visto invariavelmente em trajes impecáveis. A gravata ostentava sempre uma pérola de alto preço, pequena orquídea assinalava a lapela e o lenço, admiravelmente dobrado, caía, irrepreensível, do bolso mirim. O rosto denunciava-lhe o apurado culto às madeiras distintas. Buscava, no barbeiro cuidadoso cada manhã, renovada expressão juvenil. Os cabelos bem postos, embora escassos, cobriam-lhe o crânio com o esmero possível.
Dizia-se cristão e, realmente, se vivia isolado, não fazia mal sequer a uma formiga. Assegurava, porém, o pavor que o possuía, ante os religiosos de todos os matizes. Detestava os padrões católicos, criticava as organizações protestantes e categorizava os espiritistas no rol dos loucos. Aceitava Jesus a seu modo, não segundo o próprio Jesus.
As facilidades econômicas transitórias adiavam-lhe as lições benfeitoras do concurso fraterno, no campo da vida.
Estudava, estudava, estudava...
E cada vez mais se convencia de que as melhores diretrizes eram as dele mesmo. Afastamento individual para evitar complicações e desgostos. Admitia, sem rebuços, que assim efetuaria preparação adequada para a existência depois do sepulcro. Em vista disso, a desencarnação de homem tão cauteloso em preservar-se, passaria por viagem sem escalas com o destino à Corte Celeste.
Dava aos familiares dinheiro suficiente para aventuras e fantasias, a fim de não ser incomodado por eles; distribuía esmolas vultuosas, para que os problemas de caridade não lhe visitassem o lar; afastava-se do mundo para não pecar. Não seria Joaquim - perguntavam amigos íntimos - o tipo religioso perfeito? Distante de todas as complicações da experiência humana, pela força da fortuna sólida que herdara dos parentes, seria impossível que não conquistasse o paraíso.
Contudo, a responsabilidade que o defrontava agora não correspondia à expectativa geral.
Sucupira, desencarnado, ingressava numa esfera de ação, dentro da qual parecia não ser percebido pelos grandes servidores celestiais. Via-os em movimentação brilhante, nos campos e nas cidades. Segredavam ordens divinas aos ouvidos de todas as pessoas em serviços dignos. Chegara a ver um anjo singularmente abraçado à velha cozinheira analfabeta.
Em se aproximando, todavia, dos Mensageiros do Céu, não era por eles atendido.
Conseguia andar, ver, ouvir, pensar. No entanto - desventurado Joaquim! - as mãos e os braços mantinham-se inertes. Semelhavam-se a antenas de mármore, irremediavelmente ligadas ao corpo espiritual. Se intentava matar a sede ou a fome, obrigava-se a cair de bruços porque não dispunha de mãos amigas que o ajudassem.

Muito tempo suportara semelhante infortúnio, multiplicando apelos e lágrimas, quando foi conduzido por entidade caridosa a pequeno tribunal de socorro, que funcionava de tempos em tempos, nas regiões inferiores onde vivia compungido.
O benfeitor que desempenhava ali funções de juiz, reunida a assembléia de Espíritos penitentes, declarou não contar com muito tempo, em face das obrigações que o prendiam nos círculos mais altos e que viera até ali somente para liquidar casos mais dolorosos e urgentes.
Devotados companheiros do bem selecionavam a meia dúzia de sofredores que poderiam ser ouvidos, dentre os quais, por último, figurou Sucupira, a exibir os braços petrificados.
Chorou, rogou, lamuriou-se. Quando pareceu disposto a fazer o relatório geral e circunstanciado da existência finda, o julgador obtemperou:

- Não, meu amigo, não trate de sua biografia. O tempo é curto. Vamos ao que interessa.
Examinou-o detidamente e observou, passados alguns instantes:
- Sua maravilhosa acuidade mental demonstra que estudou muitíssimo.
Fez pequeno intervalo e entrou a argüir:
- Joaquim, você era casado?
- Sim.
- Zelava a residência?
- Minha mulher cuida de tudo.
- Foi pai?
- Sim.
- Cuidava dos filhos em pequeninos?
- Tínhamos suficiente número de criadas e amas.
- E quando jovens?
- Eram naturalmente entregues aos professores.
- Exerceu alguma profissão útil?
- Não tinha necessidade de trabalhar para ganhar o pão.
- Nunca sofreu dor de cabeça pelos amigos?
- Sempre fugi, receoso, das amizades. Não queria prejudicar, nem ser prejudicado.
O julgador interrompeu-se, refletiu longamente e prosseguiu:
- Você adotou alguma religião?
- Sim, eu era cristão - esclareceu Sucupira.
- Ajudava os católicos?
- Não. Detestava os sacerdotes.
- Cooperava com as Igrejas reformadas?
- De modo algum. São excessivamente intolerantes.
- Acompanhava os espíritas?
- Não. Temia-lhes presença.
- Amparou doentes, em nome de Cristo?
- A terra tem numerosos enfermeiros.
- Auxiliou criancinhas abandonadas?
- Há creches por toda parte.
- Escreveu alguma página consoladora?
- Para quê? O mundo está cheio de livros e escritores.
- Utilizava o martelo ou o pincel?
- Absolutamente.
- Socorreu animais desprotegidos?
- Não.
- Agradava-lhe cultivar a terra?
- Nunca.
- Plantou árvores benfeitoras?
- Também não.
- Dedicou-se ao serviço de condução das águas, protegendo paisagens empobrecidas?
Sucupira fez um gesto de desdém e informou:
- Jamais pensei nisto.
O instrutor indagou-lhe sobre todas as atividades dignas conhecidas no Planeta. Ao fim do interrogatório, opinou sem delongas:
- Seu caso explica-se: você tem as mãos enferrujadas.
Ante à careta do interlocutor amargurado, esclareceu:
- É o talento não usado, meu amigo. Seu remédio é regressar à lição. Repita o curso terrestre.
Joaquim, confundido, desejava mais amplas elucidações.
O juiz, porém, sem tempo de ouvi-lo, entregou-o aos cuidados de outro companheiro.
Rogério, carioca desencarnado, tipo 1945, recebeu-o de semblante amável e feliz, após escutar-lhe compridas lamentações, convidou, pacientemente:
- Vamos, Sucupira. Você entrará na fila em breves dias.
- Fila? - interrogou o infeliz, boquiaberto.
- Sim - acrescentou o alegre ajudante -, na fila da reencarnação.
E, puxando o paralítico pelos ombros, concluía, sorrindo:
- O que você precisa, Joaquim é de movimentação..."

Texto extraído da Apostila de Estudo Sistematizado
da Doutrina Espírita - ESDE - FEB

2 de abr. de 2011

POR-AS-PALAVRAS-PARA-ANDAR




-->Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos o que prometemos, o fio de nossa ação, que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar, fica solto ao nosso lado.
Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente... E se não cumprimos o que prometemos ficamos impossibilitados de andar com naturalidade. Como se desse dois passos para frente e quatro para trás.

Ficamos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos têm o costume muito antigo de 'pôr-as-palavras-a-andar' que significa agir de acordo com o que se fala; Isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz ao Caminho da Beleza onde há harmonia e prosperidade naturais.

Por isso, aquele que promete e não cumpre fica rodando em círculos sem sair do lugar. Para libertar desta energia, é bom procurar a pessoa, reatar laço pessoal e realizar aquilo que prometeu.

Depois de compreender que essa prática é necessária, além de tudo, como aprendiz
deve estar atento a 'cumprir o que promete', o Xamã rico de sabedoria e iluminação sempre se reúne para estudar e praticar o "fio da nossa ação", para que ele não fique solto... Quando os aprendizes se encontram para praticar e debater, após ter compreendido que a mudança tem de ser íntima e no próprio coração, então eles dizem: "o Xamã se aproxima de seu templo". Aqui o Xamã é o sábio e traduz a linhagem dos mestres; o templo é o coração purificado. E neste estado a pessoas mais desenvolvida da tribo, dirigir-se-á aos lugares sagrados para buscar inspiração e iluminação cada vez mais profunda para realizar ensinar práticas mais eficazes na realização do "fio da nossa ação".

Muito interessante esta prática e, Carlos Castanheda conta num de seus livros, que seu mestre Dom Juan Matus
índio da tribo Yaqui do deserto de Sonora no México, mandou que ele procurasse todas pessoas que ele vai prometido alguma coisa, desse um presente especial, algo que elas estavam precisando e agindo assim libertaria de suas promessas, ficando livre para andar no caminho da beleza. 
 
Segundo Louise Hay essa sabedoria indígena de 'pôr-as-palavras-para-andar', em que a pessoa diz claramente o que se pensa pois, se guardar estas reflexões, ficará bloqueado. “É preciso falar, mas usando as palavras e pensamentos certos. Afinal, se somos o que pensamos,
precisamos ter muita atenção com o nosso pensamento”.

Hein cara-pálidas! 

Tem gente que dá dois passos pra frente e quatro pra trás e, vive culpando os outros. É muito forte esta prática, eu já pratico e vou continuar a praticá-la. Ensina ser mais cuidoso com a vida que levamos, com a palavra que empenhamos. O ser humano de antigamente era conhecido por ser uma pessoa de palavra. E diziam assim: fulano empenhou a palavra, ele vai cumprir. Noutras vezes diziam: Fulano é um homem de palavra. A palavra de fulana é um contrato. Serve para reflexão. 

Eu sempre faço uma mistureba de conhecimentos, junto um com outro,  se colocar o liquidificador e mascar um peyote tudo fica igual, Carlos Castanheda que o diga. A  verdade verdadeira é que somos todos um. 

  Grande abraço perfumado com palavras de luz.  E coloque suas palavras para andar! 
 
  Paz Profunda! 

  Norma Lúcia Villares

Fonte:
  • Viagem a Ixtlan (Journey to Ixtlan: The Lessons of Don Juan - 1972) - Esse livro foi a tese de PhD de Castaneda na UCLA em 1973 com o título: "Sorcery: A Description of the World"
  • Porta Para o Infinito (Tales of Power - 1975)
  • O Segundo Círculo do Poder (The Second Ring of Power - 1977)
  • O Presente da Águia (The Eagle's Gift - 1981)
  • O Fogo Interior (The Fire from Within - 1984)
  • O Poder do Silêncio (The Power of Silence: Further Lessons of Don Juan - 1987)
  • I Ching para Teens. Os destino em suas mãos através do antigo oráculo chinês. Julie Tallard Johnson. Editora Ground. 2001. 
  •  Don Miguel Ruiz. Os Quatro Compromissos: O livro da Filosofia Tolteca. Editora Best Seller.


30 de dez. de 2010

FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 
Feliz Ano Novo!
 Com muito colorido e, serenidade na alma. Felicidades ao máximo e, êxito nas fases da vida. Bons amigos para todas as horas. Amor que nunca termina. Boas lembranças de tudo que foi vivido. Caminhos que nos guie em direção ao bem. Bons sonhos convertendo em realidade. Tudo de bom, hoje e sempre. Tenham muita fé em DEUS. 
Abraços sublimes
 Norma Villarres