O QUE É O AMOR?

Postado por Norma Villares



 O que é o amor, essa palavra que tão fundo ressoa na mente e no coração humanos e tão intimamente se associa às maiores aspirações, sonhos, gratificações, medos e frustrações da humanidade em todos os tempos? Uma possível etimologia é o indo-europeu “amma”, que designa a expressão da criança que chama pela mãe. Daí pode ter vindo o latino “amare”, que significa “dar carícias de mãe”. Daqui haver quem defenda que “amar” se relaciona com “mamar” ou “amamentar”.

 As múltiplas modalidades do amor desenvolvem-se porventura entre estas duas possibilidades extremas: o dom incondicional de si para o bem do outro, como uma mãe que oferece o seio ao recém-nascido sem esperar nada em troca, e o apego e sucção voraz da criança no seio materno, pois disso depende a sua sobrevivência. Entre estas duas experiências, e combinando-as de modo complexo, se estendem os múltiplos níveis da escala que Jean-Yves Leloup vê como o “arco-íris” do modo humano de viver a experiência amorosa. Consoante as suas designações na língua grega, teríamos assim, da forma mais condicionada à mais livre: 

1) Porneia, o amor como apetite devorador;
2) Pothos, o amor como necessidade e carência possessiva;
3) Mania, pathé, o amor como paixão e sedução igualmente possessiva;
4) Eros, o amor vivido como interesse erótico;
5) Philia, o amor amizade, nos seus vários níveis;
6) Storgé, o amor ternura;
7) Harmonia, o amor harmonioso e bondoso, primeiro nível do amor desinteressado;
8) Eunoia, o amor como dedicação e compaixão;
9) Charis, o amor como gratidão e celebração, sem porquê nem para quê;
10) Agapé, o amor gratuito e incondicional, na tradição cristã idêntico a Deus [1], que não seria tanto um ser que ama, mas o próprio Amor.

 Ao longo dos vários níveis desta escala sobe e desce a vivência humana do amor, quase sempre sem se fixar exclusivamente num deles de modo exclusivo de todos os outros, o que faz do amor um sentimento tão complexo e impenetrável aos olhos do próprio sujeito que ama. Cremos, com Jean-Yves Leloup, que o amor mais puro, livre e incondicional está igualmente presente em todos os níveis desta escala, assegurando a unidade de todas as formas de o viver, desde a mera potencialidade na base até à sua plena actualização no topo, sendo próprio da comum condição humana transitar de uma para outra destas várias modalidades de amar, conjugando-as por vezes em simultâneo a respeito dos mesmos objectos, seres e pessoas.

 Na verdade, o que queremos dizer quando dizemos: “Amo-te”, essa declaração paradoxalmente tão tremenda e vulgar? “Estou aqui, completamente disponível para o teu bem, sem esperar retribuição ou reconhecimento”, ou “Quero prender-te e devorar-te, física, emocional ou mentalmente, como mero objecto que satisfaça a minha carência e substituto do seio ou chucha perdidos?”. Ou “Amo-te” quer dizer um complexo e confuso misto de tudo isso?


 Ocorre citar aqui Agostinho da Silva: “[…] Sobretudo no amor se deve ter cuidado; gostar dos outros e lhes querer bem tem sido o motivo de muita opressão e de muita morte dos espíritos. […] Não tens, essencialmente, de amar nos outros senão a liberdade, a deles e a tua; têm, pelo amor, de deixar de ser escravos, como temos nós, pelo amor, de deixar de ser donos do escravo”.

Cabe na verdade perguntarmos e sobretudo perguntar-nos: Amor ou apEgo? Experiência de ser fonte que superabunda e sacia quem dela beber sem nada exigir em troca ou sensação de fome e sede indigente e ávida de satisfação, consolo e gratificação, que faz do outro um mero objecto de consumo? Da resposta e dos níveis de mistura e confusão entre um e outro depende boa parte do sofrimento humano em todos os tempos e lugares, como por experiência bem sabemos. Não é verdade?

Este texto foi escrito por Paulo A E Borges  no blog "É A HORA", segue o link abaixo.Agradecida!

http://pauloaeborges.blogspot.com.br/2013/06/o-que-e-o-amor.html


[1] Cf. Catherine Bensaid e Jean-Yves Leloup, O Essencial no Amor. As diferentes faces da experiência amorosa, Petrópolis, Vozes, 2006, pp.126-128.


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Saudações numinosas!
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Norma Lúcia Villares


Jai Jai Guru! Feliz aniversário Paramahansa Yogananda!

Postado por Norma Villares



 


Feliz Aniversário Gurudeva! Jai, Jai, Jai! 

Muitas são suas pérolas que abrem a consciência, segue mais uma para deleite de nossa alma, a tolerância religiosa:


"Para mim, não existem judeus, cristãos ou hindus; todos são meus irmãos. Eu presto adoração em qualquer templo, pois todos foram construídos em honra de meu Pai."

Paramahansa Yogananda

Feliz Aniversário Amado Guru!  Amado Cisne Supremo muito obrigada por ter iniciado minha caminhada de luz com tua luz Cósmica. Obrigado por seu exemplo e sua luz.
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Eu encontrei este texto  no site indicado abaixo: 
 https://pensador.uol.com.br/frases_de_yogananda/2/
 

A MISSÃO PREDESTINADA DE PARAMAHANSA YOGANANDA

Postado por Norma Villares






Segundo alguns estudiosos, as diversas tradições de Yoga da India não são instititucionais e destaca-se o vínculo pessoal guru-discípulo. Entretanto, é aqui que Yogananda se revela um caso particular, uma vez que, analisando o conteúdo de sua Autobiografia e livros correlatos, sua missão mundial já estaria sendo preparada desde o instante em que a Kriya Yoga foi devolvida ao conhecimento humano. Ocorrências invulgares desde o nascimento de Yogananda, já anunciavam que à ele era destinada uma missão diferenciada: a de ser o primeiro hindu a fundar no Ocidente uma organização espiritual, que pudesse espalhar seus ensinamentos milenares ao mundo, através dos séculos.
A trajetória de Yogananda sempre esteve intimamente entrelaçada com a de tres seres, cuja sabedoria e singularidade, seu livro viria a exaltar: Mahavatar Bábaji, intitulado o Cristo Yogue Imortal da India Moderna e quem ressucitou a ciência perdida da Kriya, outorgando à seu discípulo Lahiri Mahasaya a responsabilidade de introduzi-la na India, à todos que a buscassem de maneira sincera, indepedente de raça ou credo. Lahiri Mahasaya por sua vez, um iogue e chefe de família exemplar, guru de seus pais e de Swami Sri Yuktéswar. E o próprio Sri Yukteswar, que preparou Yogananda, à pedido de Bábaji para difundir a Kriya no Ocidente.








 Profecias de Lahiri Mahasaya

 
"Mãezinha, seu filho será um iogue. Semelhante a um motor espiritual, ele conduzirá muitas almas ao reino de Deus." (Autobiografia cap.2)


Quando Yogananda tinha 13 anos de idade, um desconhecido envolto em misteriosa luz apareceu à ele a e seu irmão Sananda Lal Ghosh. Yogananda, num gesto de respeito inclinou-se reverentemente aos pés do homem, que o abraçou e beijou na cabeça proferindo as seguintes palavras:

"Mukunda, é desejo de Deus que hoje eu venha a ti. Lembra o que te digo. Vieste à terra como representante de Deus para cumprir seus desejos. Teu corpo é Seu templo, santificado pela oração e a meditação. Tu mostrarás o caminho que conduz à felicidade verdadeira, e mediante teus conhecimentos espirituais libertarás aos que estão sofrendo, sumidos na ignorância. Nunca esqueças que és um com Maha Purusha, a quem somente alcançam aqueles que são supremamente realizados na meditação. Teu corpo, tua mente e tua vida jamais deverão desviar-se de pensar em Deus, nem sequer por um momento. As bênçãos do Pai Infinito estão sobre ti. Tua fé Nele deve ser absoluta. Ele te protegerá de todos os perigos. Somente Ele é eterno neste mundo, tudo o mais é efêmero e incerto. Um dia, teus ideais yóguicos inspirarão a toda humanidade. Mukunda, continua avançando!"  
Ao chegarem em casa, Yogananda conduziu o irmão até a foto do guru de seus pais, mostrando que misterioso santo que lhes aparecera, era Lahiri Mahasaya, falecido há 11 anos. (Mejda - a Família, infância e juventude de PY.).

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No capítulo 32 da Autobiografia, Sri Yuktéswar rememora outras palavras proféticas de Lahiri Mahasaya:

“Aproximadamente cinqüenta anos após a minha morte, escrever-se-á um  relato de minha vida. Em virtude do grande  interesse que, pela  Ioga, há de nascer no Ocidente, a mensagem da  Ioga circundará o globo. Ajudará a estabelecer a fraternidade e a unidade dos homens, com base na percepção direta que terão do Pai único.”

E Sri Yuktéswar conclui:  "Meu filho, você deve executar sua  parte  na  difusão  dessa  mensagem  e  no  relato  escrito  dessa  vida sagrada."

Em 1945, cinqüenta anos após a partida de Láhiri Mahásaya, Yogananda concluía a primeira edição de seu  livro, dedicado em grande parte à biografia do venerável mestre, cujos dados recolheu em seu regresso à India em 1935. Na sua última edição de 1951 inseriu outras homenagens.









Profecias de Mahavatar Bábaji


No capítulo 36 (Interesse de Bábaji pelo Ocidente), Sri Yuktéswar conta sobre seu primeiro encontro com Bábaji, ocasião em que este lhe revelou a missão de Yogananda, muito antes de se encontrarem:

"Percebi que você está tão interessado no Ocidente quanto no Oriente. Senti as angústias de seu coração, amplo bastante para pulsar por todos os homens. Foi por isso que o chamei aqui. Oriente e Ocidente devem marchar por uma mesma estrada de atividade e espiritualidade combinadas. A India tem muito a aprender do Ocidente quanto ao desenvolvimento material; em troca, a India pode ensinar os métodos universais que possibilitarão ao Ocidente basear suas crenças religiosas nos alicerces inabaláveis da ciência da ioga."

"Você, Swâmijí, tem um papel a desempenhar no intercâmbio harmonioso que se efetuará entre o Oriente e o Ocidente. Daqui a alguns anos, vou lhe enviar um discípulo que você treinará para a disseminação da ioga no Ocidente. As vibrações de muitas almas, sedentas de espiritualidade, chegam de lá até mim, como um dilúvio. Percebo santos potenciais na América e na Europa, esperando ser despertados."

Neste ponto de sua história, Sri Yuktéswar mergulhou seu olhar inteiramente no meu. "Meu filho" - disse ele, sorrindo sob o resplandecente luar - "é você o discípulo que, há anos atrás, Bábají prometeu me enviar."


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Pouco antes de partir para a América, Yogananda relata seu próprio encontro com Bábaji, quando sentia-se apreensivo diante da súbita mudança:

Naquele momento, ouvi uma batida na porta de minha casa de Gurpar Road. Atendendo ao chamado, vi um jovem vestido com o traje escasso do homem de renúncia. Ele entrou.
"Deve ser Bábají!" - pensei, ofuscado, porque o homem diante de mim tinha o aspecto de um jovem Láhiri Mahásaya. Ele respondeu ao meu pensamento:

Sim, sou Bábají. Nosso Pai Celestial ouviu sua prece. Ele me ordena que lhe diga: "Obedeça a seu guru e vá à América. Nada receie: será protegido.

 Eu o escolhi para difundir a mensagem de Kriya Yoga no Ocidente. Há tempos atrás encontrei seu guru Yuktéswar numa Khumba Mela e lhe disse que enviaria um discípulo ao seu áshram para receber treinamento com esse fim. Kriya Yoga, a técnica científica para alcançar consciência de Deus, terminará por difundir-se em todas as terras e ajudará a harmonizar as nações através da percepção pessoal e transcendente que, do Pai Infinito, o homem alcançará.






Profecias de Sri Yuktéwsar sobre a SRF


No cap. 12 da Autobiografia, encontramos outra evidência para o fato de que a organização fundada por Yogananda, já estava preparada desde o plano astral. Ele relata as visões que teve das sedes que construíria no futuro em torno da Self-Realization e a forma como seu guru sintonizava sua mente, ao ponto de repreende-lo ao se distrair momentâneamente do estudo das escrituras. Diante da réplica de Yogananda afirmando estar atento, Sri Yuktéswar respondeu:

    "Sua objeção me obriga a declarar que, nas profundezas de sua mente, você criava três instituições. Uma era um retiro em meio aos bosques de uma planície, outra no cimo de um monte, e a terceira junto ao oceano. Seus sonhos arquiteturais se materializarão mais tarde. Agora é tempo de estudar!"

 Aqueles pensamentos vagamente formulados haviam se apresentado, de fato, quase subconscientemente. Olhei-o com ar de desculpa. Assim, incidentalmente, em seu estilo simples, meu Mestre revelou conhecer o advento de três importantes acontecimentos em minha vida. Desde o alvorecer de minha juventude, eu tivera vislumbres enigmáticos de três edifícios, cada um em paisagem diferente. Na seqüência exata em que Sri Yuktéswar os mencionou, estas visões acabaram por se concretizar. Em primeiro lugar, veio a fundação de minha escola de ioga para meninos numa planície em Ranchi; depois, a sede americana da SRF no cimo de um monte em Los Angeles; e afinal, o retiro de Encinitas, na Califórnia, defronte ao vasto Pacífico.

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Em outra ocasião, Sri Yuktéswar foi determinante ao demover Yogananda da resistência em iniciar organizações.

Por que você  se opõe ao trabalho de organização?  

- A  pergunta  do Mestre  me  assustou  um  pouco.  É verdade que  minha convicção  íntima naquela época era a de que as organizações são “casas de marimbondos “.

- É uma tarefa ingrata, senhor - respondi. - Não importa o que o chefe faça ou deixe de fazer, ele é criticado.

"Você quer reservar para si toda a divina channá (coalhada)? Poderia você, ou alguém, atingir a comunhão com Deus através da ioga, se uma linhagem de mestres de coração generoso não tivesse condescendido em transmitir seu conhecimento aos outros? Deus é o Mel, as organizações são as colmeias; ambos são necessários. Qualquer forma é inútil, naturalmente, sem o espírito, mas por que você não dá início a colmeias operosas, repletas de néctar espiritual?" (Capítulo 27).


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Foi a partir desse diálogo que Yogananda decidiu que abraçaria a missão de compartilhar com a humanidade, as verdades libertadoras que aprendera junto ao seu guru. E logo em seguida deu início a fundação de escola de Ranchi na India (conhecida como escola do Bem Viver/ Yogoda Satsanga) e à Self-Realization Fellowship SRF nos EUA. Isso ocorreu em 1920 assim que chegou, pois conforme relata em várias passagens, passou a reconhecer nos rostos ocidentais, discípulos e amigos especiais de vidas passadas que o ajudariam em seu empreendimento espiritual.


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Eu encontrei este texto  no site indicado abaixo:
 

 http://autobiografiadeumiogue.com/missao_predestinada_yogananda.htm

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares






Meditações Metafísicas


“Com os olhos abertos contemplo a mim mesmo como o pequeno corpo.

Com os olhos fechados percebo-me como o centro cósmico em torno do qual giram a esfera da eternidade, a esfera da bem-aventurança, a esfera do espaço onisciente e vivo.

Sinto Deus  como suave alento de bem-aventurança, que respira em meu corpo de universos.
Contemplo-O como Luz de inspiração, sustentando os meus pensamentos nos ritmos do equilibrio. Sinto-O como voz vibrante, conduzindo, guiando e ensinando em segredo, nos templos das almas de todos os homens e em toda criação.

Paramahansa Yogananda -  Meditações Metafísicas.


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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares




 

 

Meditando…

 


Sou o capitão do barco de meu discernimento, vontade e atividade.

Guiarei o barco de minha vida, contemplando sempre a estrela polar da paz de Deus, cintilando no firmamento de minha meditação profunda.

Sou tranquilamente ativo e ativamente tranquilo. Não me tornarei preguiçoso nem mentalmente fossilizado. Tampouco serei exageradamente ativo, capaz de ganhar dinheiro, mas incapaz de desfrutar da vida.

Meditarei regularmente, para manter o verdadeiro equilibrio.

Abro hoje a porta de minha tranquilidade e deixo que os passos do Silêncio entrem suavemente no templo de todas as minhas atividades. Cumprirei todos os meus deveres com  serenidade, impregnado de paz.

Paramahansa Yogananda, Meditações Metafísicas.


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Norma Lúcia Villares

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Postado por Norma Villares










Pouquíssimas pessoas entendem a expansão de consciência que constitui o verdadeiro êxito.

Você veio ao mundo sem conhecer as maravilhosas faculdades que possui e a maioria das pessoas vive sem tentar desenvolver, cientificamente, o potencial que tem.

Sua verdadeira personalidade começará a se desenvolver, quando você for capaz de sentir, através da intuição profunda, que não é este corpo sólido, mas sim a divina e eterna corrente de Vida e Consciência que flui dentro do corpo.



Amor e LUZ!

“Desperta-me, Ó Pai Celestial, 
para que eu possa ressuscitar 
do confinante sepulcro do corpo 
para a consciência 
de meu corpo cósmico.

Ó Amor imortal,
 une meu amor com Teu amor, 
minha vida com Tua alegria,
 minha mente com 
Tua consciência cósmica.”

Meditações Metafísicas - Paramahansa Yogananda


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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares



 

Consciência Cósmica

 


“Quando meus dois olhos, que contemplam tanto o bem quanto o mal, se tornarem um só e contemplarem em todas as coisas apenas a celestial bondade de Deus, verei que meu corpo, minha mente e minha alma se tornaram repletos de Sua Luz Onipresente.

O oceano do Espírito tornou-se a pequena onda de minha alma. Já não sou a onda de consciência que se julgava separada do mar da Consciência Cósmica. Sou o oceano do Espírito, que se tornou a onda de uma vida humana.

Eu sou consciência indestrutível, protegida no seio da imortalidade do Espírito.”

Meditações Metafísicas. Paramahansa Yogananda



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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares



 

 

A Presença Protetora De Deus

 


Muitas vezes ficamos sofrendo sem fazer uma tentativa para mudar as coisas; é por isso que não achamos paz e contentamento permanentes. Se perseverarmos no esforço, certamente seremos capazes de vencer todas as dificuldades. Precisamos fazer o esforço para sairmos da miséria para a felicidade e do desânimo para a coragem.

“Ensina-me a sentir que estou sempre envolto na auréola de Tua onipresença plenamente protetora: no nascimento, na tristeza, na alegria, na atividade, na meditação, na ignorância, nas provações, na morte e na emancipação final.

Ensina-me a abrir a porta da meditação, a única que conduz à Tua abençoada presença.
Por detrás da onda de minha consciência, está o mar da Consciência Cósmica. O oceano sustentador de Tua imensidão se estende por debaixo da onda de minha mente. Estou protegido por Tua Mente Divina.

Tua luz de bondade e Teu poder protetor estão sempre brilhando através de mim. Eu não os via, porque meus olhos de sabedoria estavam fechados. Agora, Teu toque de paz abriu meus olhos. Tua bondade e infalível proteção fluem através de mim.”

Paramahansa Yogananda - Meditações Metafísicas. 

Feliz Aniversário Gurudeva!  Jai, Jai Guru!  

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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares









Meu Bem Amado Me Chama

 


 "Com as flores e os céus brilhantes, com o divino maná de alegria nas mentes felizes, com as almas repletas de sabedoria, com as canções dos pássaros e as divinas melodias nos corações dos homens, meu Bem amado me chama, para que meus passos se voltem em direção a Seu lar de paz interior.

Buscarei o reino de Deus na alegria que surge da meditação constante, longa, profunda e contínua. Procurarei, delicadamente, encontrar o Senhor dentro de mim, e não me darei por satisfeito com as pequenas inspirações imaginárias que brotam de silêncios inquietos e breves.

Meditarei cada vez mais profundamente.

Por meio da meditação, deterei as tempestades da respiração, da inquietude mental, e dos tumultos sensórios, que assolam o lago de minha mente.

Pela prece e pela meditação, empenharei minha vontade e atividade em alcançar o objetivo correto.

Ao tornar-me cônscio de Deus, serei reconhecido como Seu filho. Sem pedir ou implorar, receberei toda prosperidade, saúde e sabedoria.

Paramahansa Yogananda – Meditações Metafísicas.

JAI JAI GURUDEVA PARAMAHANSA YOGANANDA!

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Norma Lúcia Villares

"A PEQUENA ALMA E O SOL"

Postado por Norma Villares





Este é um excelente livro que estou lendo atualmente cujo autor é Neale Donald Walsch, aquele do livro e filme  «Conversando com Deus».   Segue trechos para saborear uma boa boa leitura. 


"Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:- Eu sei quem sou!

E Deus disse:- Que bom! Quem és tu?  


E a Pequena Alma gritou:- Eu sou Luz e Deus sorriu. - É isso mesmo! - exclamou Deus. Tu és Luz!

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir. - Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.


Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus ( o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É ) e disse:

- Olá Deus!  Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?  


E Deus disse: - Quer dizer que queres ser Quem já És?

- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma. 


- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.


 - Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.


- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.


- Há só uma coisa...

- O quê? - perguntou a Pequena Alma.


- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és;  por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.


- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá, sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. “Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz, quando estás no meio da Luz? 


- Eis a questão”.- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma, mais animada. Deus sorriu novamente.


- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.


- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.

- É aquilo que tu não és - replicou Deus.

- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.

- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.

- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.


Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exatamente o oposto.


- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus. Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. “Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!”


- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.


- Claro! - Deus riu-se. Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!


- Uau! - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. Posso ser tão especial quanto quiser!


- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser? - Que parte de especial?  - repetiu a Pequena Alma. 


Não estou a perceber…

- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes: É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial? 


A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. - Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros. 


- Sim! - concordou Deus. E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de tudo.

- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?


- Ah, sim, isso é muito especial - assegurou Deus à Pequena Alma.


- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.


- Bom, mas há uma coisa que devias saber — disse Deus. 


A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.

- O que é? - suspirou a Pequena Alma.


- Não há ninguém a quem perdoar.- Ninguém? 


A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido. 


- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta! Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados, de todo o Reino, porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar: Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.


- Então, perdoar quem? – perguntou Deus.


- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma. Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.


E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:


- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.

 - Vais? A Pequena Alma animou-se. Mas o que é que tu podes fazer?

- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!

- Podes?

- Claro! - disse a Alma Amiga, alegremente. Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.

- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?- É simples - disse a Alma Amiga. Faço-o porque te amo. 


A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.


- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga .Tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau. Fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. 


E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má”, desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.


- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.

- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho. Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma: Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.


- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca. - Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma.  E começou a dançar e a cantar:  Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar! Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.- O que é? - perguntou a Pequena Alma. O que é que eu posso fazer por ti?  És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos. 


E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga. - O que é que posso fazer por ti? - No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...


- Sim? - interrompeu a Pequena Alma. Sim? 


A Alma Amiga ficou ainda mais quieta. - Lembra-te de Quem Realmente Sou.

- Oh, não me hei de esquecer! - gritou a Pequena Alma. Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora. 


- Que bom - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer.  E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos. - Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.


E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito:


Lembra-te sempre - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos." 

 Aos amigos da blogosfera,  comprem e leiam este livro  para recordar quem és! 
Abraços, beijos e cheiros, todos com suavidade e leveza! 
Sopros de luz! 
Namaste! 
Norma Lúcia Villares

Wook.pt - A Pequena Alma e o Sol



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Muito obrigada pela sua presença iluminada

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