Vivendo no "aqui e Agora"

Postado por Norma Villares


Eu estava repetindo este mantra: Eu sou a paz Infinita. E me vi  voando por milhares de pensamentos incompatíveis com a paz infinita. Estava pensando na  felicidade dos grandes acontecimentos, como uma grande e ardente paixão, uma enorme conta bancária, e outras bobagens da vida ilusória. E esqueci o que se esconde por trás das aparentes grandezas ilusórias... O famoso ardil de maya... Uff.
Daí me lembre deste conto Zen Budista, que vem  mostrar a possibilidade de sermos felizes só pelo fato de aceitarmos a felicidade nas pequenas coisas do dia-a-dia, vivendo no "aqui e agora" e, estando presente no momento, desfrutando-o...

"A MENTE  COMUM"


"-Mestre, como eu deveria praticar o TAO?
-Coma, quando sentir fome e durma quando estiver cansado.
-Não é isso que as pessoas fazem?
-NÃO, NÃO É NÃO....
A maioria tem milhares de desejos enquanto come e, pensam em milhares de problemas enquanto dorme."

O cotidiano dos seres humanos é cheio de pré-ocupações. Ele se "pré-ocupa" com coisas, deixando de viver o mundo atual, o presente, o agora. 
"Quando caminhar, caminhe", dizia o provérbio chinês. Óbvio, nem tanto. Quando caminhamos preocupamos com tudo, menos com o caminhar. Deveríamos entender que "viver o momento" não é o mesmo que ", mas sim observar, perceber, desfrutar, compreender, sentir, aprender com cada uam das situações que a vida nos proporciona. Viver o momento é tirar o melhor proveito de tudo que nos ocorre, inclusive de pensamentos mais passageiros, aprendendo com eles. 

(Chung, Tsai Chih. Zen em quadrinhos, op. cit., p. 116.) 

Eu e milhares de seres humanos,  acordamos de manhã ainda pensando em problemas do dia anterior. Acordamos no automático, da vida, da lida cumprida desta estrada neste mundão sem porteira.  Deveríamos nos livrar de tudo o que tira a nossa paz e viver segundo a nossa natureza original, porque a mente comum é o TAO.

__/♡\__ Agradecida pela presença em nosso blog.  Que todos os seres sencientes possam se beneficiar. .
Saúde e longevidade!
Saudações numinosas!
Ɲαɱαsɫê Ʒɔ̐
Norma Lúcia Villares



AMOR PLATÔNICO

Postado por Norma Villares








O amor platônico deve o seu nome a Platão (350 a.C.), filósofo grego da Antiguidade. No ideal de Platão, ele seria um amor essencialmente puro, que não se fundamenta em um interesse, mas na virtude, e é desprovido de paixões, que segundo ele são cegas, materiais, efêmeras e falsas. O termo “platônico” foi utilizado em sua obra “O Banquete” no século IV a.C. onde o filósofo discorre sobre as diferentes maneiras de entender e praticar o amor.

Hoje o significado mais comum da palavra não tem relação com a definição de Platão. O amor platônico é conhecido como um amor impossível ou um amor não correspondido. Ele é entendido como um amor à distância, que não tem aproximação e nem toque, e é perfeito, sem defeitos, repleto de fantasias e idealizações.



Muitas pessoas começam um amor platônico, involuntariamente, devido a sua personalidade. É comum que esse tipo de amor apareça na adolescência ou com jovens adultos, principalmente com pessoas mais tímidas, introvertidas, com baixa autoestima, que vivem mais isoladas e que sentem dificuldade em aproximar-se de quem amam. O amor platônico, baseado no impossível, costuma colocar o ser amado em uma posição inatingível. Na origem deste comportamento estão a insegurança, imaturidade e inibição emocional.


O amor platônico também pode ocorrer pelo medo de sofrer. Como ele dificilmente se realizará, é bem mais fácil para algumas pessoas lidar com ele do que com os possíveis desapontamentos e tristezas inerentes à uma relação real.


A relação do amor idealizado não é, necessariamente, ruim, desde que se saiba racionalmente que o que se julga ter não existe, afinal a pessoa idealizada, na maioria das vezes, desconhece dos sentimentos que a pessoa nutre por ela. Quando a idealização de um amor se torna um problema e traz sofrimento, a melhor alternativa é procurar a psicoterapia.
Veja abaixo alguns sintomas de amor platônico:


  • Os pensamentos de tornam obsessivos e tudo o que vê lembra a pessoa.
  • Sempre há um quê de impossível na relação, a pessoa é de outra escola, mora em outra cidade, vocês só se viram um vez ou ela é famosa.
  • Se conhece a pessoa não tem coragem de se aproximar de e tem medo de descobrir que ela não é nada daquilo que cultiva em seu pensamento.
  • Sem conseguir uma aproximação, é normal que desencane rapidamente desse amor e ele simplesmente passe com a mesma velocidade e sem explicações como quando chegou

Frases de Amor Platônico


"Amor platônico é uma história de amor, onde o protagonista ama sozinho; E o vilão é a pessoa que você mais ama".
Luis Junior
"Dono de um amor sublime
Mas culpado por querê-la
Como quem a olha na vitrine
Mas jamais poderá tê-la".
(Amor Platonico – Legião Urbana)


"O amor platônico é um castigo que a mente deve sofrer pela inocência do coração".
Leonard Cebin
“Amor platônico é como um vulcão inativo".
Andre Pevot


“Um amor platônico muitas vezes significa que uma pessoa está desperdiçando a chance de amar, e a outra a chance de ser amada.”
Diego Marchi

"Amor platônico é aquele que nos causa insônias insuportáveis ou sonos demorados".
Menina_Nina
"O amor pode até ser platônico, mas a dor será sempre real". Idenir Ramos
"Não existe amor mais perfeito do que o platônico recíproco".
Tati Bernardi


"O amor platónico é uma chave falsa ou uma gazua para poder penetrar na casa alheia sem ser visto".
Paolo Mantegazza
"Paixão é uma obsessão positiva. Obsessão é uma paixão negativa."
Paul Carvel




 Estou postando sobre este assunto para ajudar um amigo, numa palestra que ele vai realizar.
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Saúde e longevidade para todos seres sencientes!   

Saudações numinosas!
 Ɲαɱαsɫê Ʒɔ̐
Norma Lúcia Villares
Artigo encontrado neste site:
 http://www.amor.com.br/tipos-de-amor.html

UM POUCO SOBRE O AMOR

Postado por Norma Villares






Os tipos mais conhecidos de amor humano são Ágape, afinidade de ideais espirituais, Eros, atração física e desejo e Philos, afinidade mental e cultural. Todos Esses três tipos de amor devem ser desenvolvidos, pois são fundamentais na vida de qualquer indivíduo. Um ser humano evoluído, iluminado pela consciência e sabedoria tem os três os amores em equilíbrio e desfrutam de forma saudável os prazeres das inter-relações. O exagero em algum desses amores pode causar sofrimento e desequilíbrio.

Na Via Draconiana esses tipos de amor são representados por arquétipos. Saiba um poucos mais sobre esses três tipos de amor:

Amor Ágape

É uma das diferentes palavras do vocabulário grego que significa amor. O termo já foi utilizado de várias maneiras diferentes por diversas fontes contemporâneas, inclusive em versículos bíblicos. O amor ágape está muito ligado ao amor divino, incondicional e com sacrifício. Embora muitas pessoas não saibam, ele também pode ser praticado por humanos, mas em grau inferior devido a imperfeição e limitação humana. Ele é o amor afetivo, isento de conotações sexuais, segundas intenções, malícias e interesses pessoais.
Ágape é o amor do afeto e da satisfação, pois na fraternidade o amor se satisfaz por ser compartilhado e ter resposta. A satisfação de Ágape também diz respeito ao prazer por boa comidas e bebidas partilhados entre pessoas fraternas, formando assim um ambiente harmonioso. Na mitologia grega, Prometheus, que veio dos céus e tem o amor titânico pela terra, é um maiores exemplos da manifestação de Ágape.
Platão e outros filósofos gregos da antiguidade faziam o uso da palavras para denotar o amor a integrantes de uma família, de um grupo com afinidades, ou um afeto para uma atividade particular em grupo. Em textos gregos antigos como o poema “A Odisseia” de Homero, o amor Ágape é notado nas ações de seus personagens e nas relações entre marido, esposa, filhos e empregados, onde percebe-se respeito e admiração, além da satisfação e do prazer em compartilhar refeições entre pessoas fraternas que se respeitam.
“Ágape” também já foi nome de um livro publicado por padre Marcelo Rossi em 2010 pela Editora Globo. No livro Ágape, o padre retoma o sentido da palavra como sinônimo de o amor de Deus pelos seus filhos e o amor humano inspirado por esse amor divino. Na obra, o autor reinterpreta trechos do Evangelho de São João à luz do amor divino nos dias de hoje.

Amor Philos

Amor Philos é o amor fraternal, que envolve lealdade, igualdade e mútuo benefício, além de dedicação ao objeto amado. A dedicação desse amor pode chegar a ser mental, que está entre o espiritual e emocional. É o caso do amor pela sabedoria, que pode ser um meio de crescimento mental, intelectual e cultural. Esse tipo de amor se manifesta pela inquietude interior que impulsiona o ser humano a buscar uma sabedoria que o torará maior, mais nobre e digno de ser amado. Além disso, se manifesta como prazer pelo conhecimentos e cultura.
Esse amor também se refere ao amor de amizade, que não monopoliza, não escraviza e não cria dependentes, quando se ama o outro da forma que ele é. Para o filósofo grego Epicuro, a amizade é o máximo que a sabedoria da felicidade pode proporcionar na vida.

Amor Eros

O amor Eros representa o amor sexual, carnal, repleto de paixões inebriantes, a pura atração física, que manifesta o instinto de união e reprodução. Eros representa o amor pela beleza e a perigosa obsessão pelo amado e o prazer que ele traz. É o amor fundamental para a natureza, pois é a força primitiva da procriação e preservação da espécie. Eros é o tipo de amor mais perigoso dos três, pois se não vivido de forma equilibrada com Ágape e Philos pode trazer muita dor.
Na Bíblia Sagrada este é amor erótico é um presente que Deus concedeu ao ser humano e pode ser vivido de forma sadia quando o homem integra, unifica corpo e alma.
Para um amor bonito, romântico e sensual, Eros deve unir-se com Ágape, formando assim um amor de reciprocidade e desejo mútuo um pelo outro.


 Estou postando sobre este assunto para ajudar um amigo, numa palestra que ele vai realizar.

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Norma Lúcia Villares




Artigo encontrado neste site:
 http://www.amor.com.br/tipos-de-amor.html



O QUE É O AMOR?

Postado por Norma Villares



 O que é o amor, essa palavra que tão fundo ressoa na mente e no coração humanos e tão intimamente se associa às maiores aspirações, sonhos, gratificações, medos e frustrações da humanidade em todos os tempos? Uma possível etimologia é o indo-europeu “amma”, que designa a expressão da criança que chama pela mãe. Daí pode ter vindo o latino “amare”, que significa “dar carícias de mãe”. Daqui haver quem defenda que “amar” se relaciona com “mamar” ou “amamentar”.

 As múltiplas modalidades do amor desenvolvem-se porventura entre estas duas possibilidades extremas: o dom incondicional de si para o bem do outro, como uma mãe que oferece o seio ao recém-nascido sem esperar nada em troca, e o apego e sucção voraz da criança no seio materno, pois disso depende a sua sobrevivência. Entre estas duas experiências, e combinando-as de modo complexo, se estendem os múltiplos níveis da escala que Jean-Yves Leloup vê como o “arco-íris” do modo humano de viver a experiência amorosa. Consoante as suas designações na língua grega, teríamos assim, da forma mais condicionada à mais livre: 

1) Porneia, o amor como apetite devorador;
2) Pothos, o amor como necessidade e carência possessiva;
3) Mania, pathé, o amor como paixão e sedução igualmente possessiva;
4) Eros, o amor vivido como interesse erótico;
5) Philia, o amor amizade, nos seus vários níveis;
6) Storgé, o amor ternura;
7) Harmonia, o amor harmonioso e bondoso, primeiro nível do amor desinteressado;
8) Eunoia, o amor como dedicação e compaixão;
9) Charis, o amor como gratidão e celebração, sem porquê nem para quê;
10) Agapé, o amor gratuito e incondicional, na tradição cristã idêntico a Deus [1], que não seria tanto um ser que ama, mas o próprio Amor.

 Ao longo dos vários níveis desta escala sobe e desce a vivência humana do amor, quase sempre sem se fixar exclusivamente num deles de modo exclusivo de todos os outros, o que faz do amor um sentimento tão complexo e impenetrável aos olhos do próprio sujeito que ama. Cremos, com Jean-Yves Leloup, que o amor mais puro, livre e incondicional está igualmente presente em todos os níveis desta escala, assegurando a unidade de todas as formas de o viver, desde a mera potencialidade na base até à sua plena actualização no topo, sendo próprio da comum condição humana transitar de uma para outra destas várias modalidades de amar, conjugando-as por vezes em simultâneo a respeito dos mesmos objectos, seres e pessoas.

 Na verdade, o que queremos dizer quando dizemos: “Amo-te”, essa declaração paradoxalmente tão tremenda e vulgar? “Estou aqui, completamente disponível para o teu bem, sem esperar retribuição ou reconhecimento”, ou “Quero prender-te e devorar-te, física, emocional ou mentalmente, como mero objecto que satisfaça a minha carência e substituto do seio ou chucha perdidos?”. Ou “Amo-te” quer dizer um complexo e confuso misto de tudo isso?


 Ocorre citar aqui Agostinho da Silva: “[…] Sobretudo no amor se deve ter cuidado; gostar dos outros e lhes querer bem tem sido o motivo de muita opressão e de muita morte dos espíritos. […] Não tens, essencialmente, de amar nos outros senão a liberdade, a deles e a tua; têm, pelo amor, de deixar de ser escravos, como temos nós, pelo amor, de deixar de ser donos do escravo”.

Cabe na verdade perguntarmos e sobretudo perguntar-nos: Amor ou apEgo? Experiência de ser fonte que superabunda e sacia quem dela beber sem nada exigir em troca ou sensação de fome e sede indigente e ávida de satisfação, consolo e gratificação, que faz do outro um mero objecto de consumo? Da resposta e dos níveis de mistura e confusão entre um e outro depende boa parte do sofrimento humano em todos os tempos e lugares, como por experiência bem sabemos. Não é verdade?

Este texto foi escrito por Paulo A E Borges  no blog "É A HORA", segue o link abaixo.Agradecida!

http://pauloaeborges.blogspot.com.br/2013/06/o-que-e-o-amor.html


[1] Cf. Catherine Bensaid e Jean-Yves Leloup, O Essencial no Amor. As diferentes faces da experiência amorosa, Petrópolis, Vozes, 2006, pp.126-128.


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Norma Lúcia Villares


Jai Jai Guru! Feliz aniversário Paramahansa Yogananda!

Postado por Norma Villares



 


Feliz Aniversário Gurudeva! Jai, Jai, Jai! 

Muitas são suas pérolas que abrem a consciência, segue mais uma para deleite de nossa alma, a tolerância religiosa:


"Para mim, não existem judeus, cristãos ou hindus; todos são meus irmãos. Eu presto adoração em qualquer templo, pois todos foram construídos em honra de meu Pai."

Paramahansa Yogananda

Feliz Aniversário Amado Guru!  Amado Cisne Supremo muito obrigada por ter iniciado minha caminhada de luz com tua luz Cósmica. Obrigado por seu exemplo e sua luz.
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Eu encontrei este texto  no site indicado abaixo: 
 https://pensador.uol.com.br/frases_de_yogananda/2/
 

A MISSÃO PREDESTINADA DE PARAMAHANSA YOGANANDA

Postado por Norma Villares






Segundo alguns estudiosos, as diversas tradições de Yoga da India não são instititucionais e destaca-se o vínculo pessoal guru-discípulo. Entretanto, é aqui que Yogananda se revela um caso particular, uma vez que, analisando o conteúdo de sua Autobiografia e livros correlatos, sua missão mundial já estaria sendo preparada desde o instante em que a Kriya Yoga foi devolvida ao conhecimento humano. Ocorrências invulgares desde o nascimento de Yogananda, já anunciavam que à ele era destinada uma missão diferenciada: a de ser o primeiro hindu a fundar no Ocidente uma organização espiritual, que pudesse espalhar seus ensinamentos milenares ao mundo, através dos séculos.
A trajetória de Yogananda sempre esteve intimamente entrelaçada com a de tres seres, cuja sabedoria e singularidade, seu livro viria a exaltar: Mahavatar Bábaji, intitulado o Cristo Yogue Imortal da India Moderna e quem ressucitou a ciência perdida da Kriya, outorgando à seu discípulo Lahiri Mahasaya a responsabilidade de introduzi-la na India, à todos que a buscassem de maneira sincera, indepedente de raça ou credo. Lahiri Mahasaya por sua vez, um iogue e chefe de família exemplar, guru de seus pais e de Swami Sri Yuktéswar. E o próprio Sri Yukteswar, que preparou Yogananda, à pedido de Bábaji para difundir a Kriya no Ocidente.








 Profecias de Lahiri Mahasaya

 
"Mãezinha, seu filho será um iogue. Semelhante a um motor espiritual, ele conduzirá muitas almas ao reino de Deus." (Autobiografia cap.2)


Quando Yogananda tinha 13 anos de idade, um desconhecido envolto em misteriosa luz apareceu à ele a e seu irmão Sananda Lal Ghosh. Yogananda, num gesto de respeito inclinou-se reverentemente aos pés do homem, que o abraçou e beijou na cabeça proferindo as seguintes palavras:

"Mukunda, é desejo de Deus que hoje eu venha a ti. Lembra o que te digo. Vieste à terra como representante de Deus para cumprir seus desejos. Teu corpo é Seu templo, santificado pela oração e a meditação. Tu mostrarás o caminho que conduz à felicidade verdadeira, e mediante teus conhecimentos espirituais libertarás aos que estão sofrendo, sumidos na ignorância. Nunca esqueças que és um com Maha Purusha, a quem somente alcançam aqueles que são supremamente realizados na meditação. Teu corpo, tua mente e tua vida jamais deverão desviar-se de pensar em Deus, nem sequer por um momento. As bênçãos do Pai Infinito estão sobre ti. Tua fé Nele deve ser absoluta. Ele te protegerá de todos os perigos. Somente Ele é eterno neste mundo, tudo o mais é efêmero e incerto. Um dia, teus ideais yóguicos inspirarão a toda humanidade. Mukunda, continua avançando!"  
Ao chegarem em casa, Yogananda conduziu o irmão até a foto do guru de seus pais, mostrando que misterioso santo que lhes aparecera, era Lahiri Mahasaya, falecido há 11 anos. (Mejda - a Família, infância e juventude de PY.).

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No capítulo 32 da Autobiografia, Sri Yuktéswar rememora outras palavras proféticas de Lahiri Mahasaya:

“Aproximadamente cinqüenta anos após a minha morte, escrever-se-á um  relato de minha vida. Em virtude do grande  interesse que, pela  Ioga, há de nascer no Ocidente, a mensagem da  Ioga circundará o globo. Ajudará a estabelecer a fraternidade e a unidade dos homens, com base na percepção direta que terão do Pai único.”

E Sri Yuktéswar conclui:  "Meu filho, você deve executar sua  parte  na  difusão  dessa  mensagem  e  no  relato  escrito  dessa  vida sagrada."

Em 1945, cinqüenta anos após a partida de Láhiri Mahásaya, Yogananda concluía a primeira edição de seu  livro, dedicado em grande parte à biografia do venerável mestre, cujos dados recolheu em seu regresso à India em 1935. Na sua última edição de 1951 inseriu outras homenagens.









Profecias de Mahavatar Bábaji


No capítulo 36 (Interesse de Bábaji pelo Ocidente), Sri Yuktéswar conta sobre seu primeiro encontro com Bábaji, ocasião em que este lhe revelou a missão de Yogananda, muito antes de se encontrarem:

"Percebi que você está tão interessado no Ocidente quanto no Oriente. Senti as angústias de seu coração, amplo bastante para pulsar por todos os homens. Foi por isso que o chamei aqui. Oriente e Ocidente devem marchar por uma mesma estrada de atividade e espiritualidade combinadas. A India tem muito a aprender do Ocidente quanto ao desenvolvimento material; em troca, a India pode ensinar os métodos universais que possibilitarão ao Ocidente basear suas crenças religiosas nos alicerces inabaláveis da ciência da ioga."

"Você, Swâmijí, tem um papel a desempenhar no intercâmbio harmonioso que se efetuará entre o Oriente e o Ocidente. Daqui a alguns anos, vou lhe enviar um discípulo que você treinará para a disseminação da ioga no Ocidente. As vibrações de muitas almas, sedentas de espiritualidade, chegam de lá até mim, como um dilúvio. Percebo santos potenciais na América e na Europa, esperando ser despertados."

Neste ponto de sua história, Sri Yuktéswar mergulhou seu olhar inteiramente no meu. "Meu filho" - disse ele, sorrindo sob o resplandecente luar - "é você o discípulo que, há anos atrás, Bábají prometeu me enviar."


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Pouco antes de partir para a América, Yogananda relata seu próprio encontro com Bábaji, quando sentia-se apreensivo diante da súbita mudança:

Naquele momento, ouvi uma batida na porta de minha casa de Gurpar Road. Atendendo ao chamado, vi um jovem vestido com o traje escasso do homem de renúncia. Ele entrou.
"Deve ser Bábají!" - pensei, ofuscado, porque o homem diante de mim tinha o aspecto de um jovem Láhiri Mahásaya. Ele respondeu ao meu pensamento:

Sim, sou Bábají. Nosso Pai Celestial ouviu sua prece. Ele me ordena que lhe diga: "Obedeça a seu guru e vá à América. Nada receie: será protegido.

 Eu o escolhi para difundir a mensagem de Kriya Yoga no Ocidente. Há tempos atrás encontrei seu guru Yuktéswar numa Khumba Mela e lhe disse que enviaria um discípulo ao seu áshram para receber treinamento com esse fim. Kriya Yoga, a técnica científica para alcançar consciência de Deus, terminará por difundir-se em todas as terras e ajudará a harmonizar as nações através da percepção pessoal e transcendente que, do Pai Infinito, o homem alcançará.






Profecias de Sri Yuktéwsar sobre a SRF


No cap. 12 da Autobiografia, encontramos outra evidência para o fato de que a organização fundada por Yogananda, já estava preparada desde o plano astral. Ele relata as visões que teve das sedes que construíria no futuro em torno da Self-Realization e a forma como seu guru sintonizava sua mente, ao ponto de repreende-lo ao se distrair momentâneamente do estudo das escrituras. Diante da réplica de Yogananda afirmando estar atento, Sri Yuktéswar respondeu:

    "Sua objeção me obriga a declarar que, nas profundezas de sua mente, você criava três instituições. Uma era um retiro em meio aos bosques de uma planície, outra no cimo de um monte, e a terceira junto ao oceano. Seus sonhos arquiteturais se materializarão mais tarde. Agora é tempo de estudar!"

 Aqueles pensamentos vagamente formulados haviam se apresentado, de fato, quase subconscientemente. Olhei-o com ar de desculpa. Assim, incidentalmente, em seu estilo simples, meu Mestre revelou conhecer o advento de três importantes acontecimentos em minha vida. Desde o alvorecer de minha juventude, eu tivera vislumbres enigmáticos de três edifícios, cada um em paisagem diferente. Na seqüência exata em que Sri Yuktéswar os mencionou, estas visões acabaram por se concretizar. Em primeiro lugar, veio a fundação de minha escola de ioga para meninos numa planície em Ranchi; depois, a sede americana da SRF no cimo de um monte em Los Angeles; e afinal, o retiro de Encinitas, na Califórnia, defronte ao vasto Pacífico.

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Em outra ocasião, Sri Yuktéswar foi determinante ao demover Yogananda da resistência em iniciar organizações.

Por que você  se opõe ao trabalho de organização?  

- A  pergunta  do Mestre  me  assustou  um  pouco.  É verdade que  minha convicção  íntima naquela época era a de que as organizações são “casas de marimbondos “.

- É uma tarefa ingrata, senhor - respondi. - Não importa o que o chefe faça ou deixe de fazer, ele é criticado.

"Você quer reservar para si toda a divina channá (coalhada)? Poderia você, ou alguém, atingir a comunhão com Deus através da ioga, se uma linhagem de mestres de coração generoso não tivesse condescendido em transmitir seu conhecimento aos outros? Deus é o Mel, as organizações são as colmeias; ambos são necessários. Qualquer forma é inútil, naturalmente, sem o espírito, mas por que você não dá início a colmeias operosas, repletas de néctar espiritual?" (Capítulo 27).


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Foi a partir desse diálogo que Yogananda decidiu que abraçaria a missão de compartilhar com a humanidade, as verdades libertadoras que aprendera junto ao seu guru. E logo em seguida deu início a fundação de escola de Ranchi na India (conhecida como escola do Bem Viver/ Yogoda Satsanga) e à Self-Realization Fellowship SRF nos EUA. Isso ocorreu em 1920 assim que chegou, pois conforme relata em várias passagens, passou a reconhecer nos rostos ocidentais, discípulos e amigos especiais de vidas passadas que o ajudariam em seu empreendimento espiritual.


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Ɲαɱαsɫê Ʒɔ̐
Eu encontrei este texto  no site indicado abaixo:
 

 http://autobiografiadeumiogue.com/missao_predestinada_yogananda.htm

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares






Meditações Metafísicas


“Com os olhos abertos contemplo a mim mesmo como o pequeno corpo.

Com os olhos fechados percebo-me como o centro cósmico em torno do qual giram a esfera da eternidade, a esfera da bem-aventurança, a esfera do espaço onisciente e vivo.

Sinto Deus  como suave alento de bem-aventurança, que respira em meu corpo de universos.
Contemplo-O como Luz de inspiração, sustentando os meus pensamentos nos ritmos do equilibrio. Sinto-O como voz vibrante, conduzindo, guiando e ensinando em segredo, nos templos das almas de todos os homens e em toda criação.

Paramahansa Yogananda -  Meditações Metafísicas.


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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares




 

 

Meditando…

 


Sou o capitão do barco de meu discernimento, vontade e atividade.

Guiarei o barco de minha vida, contemplando sempre a estrela polar da paz de Deus, cintilando no firmamento de minha meditação profunda.

Sou tranquilamente ativo e ativamente tranquilo. Não me tornarei preguiçoso nem mentalmente fossilizado. Tampouco serei exageradamente ativo, capaz de ganhar dinheiro, mas incapaz de desfrutar da vida.

Meditarei regularmente, para manter o verdadeiro equilibrio.

Abro hoje a porta de minha tranquilidade e deixo que os passos do Silêncio entrem suavemente no templo de todas as minhas atividades. Cumprirei todos os meus deveres com  serenidade, impregnado de paz.

Paramahansa Yogananda, Meditações Metafísicas.


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Norma Lúcia Villares

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Postado por Norma Villares










Pouquíssimas pessoas entendem a expansão de consciência que constitui o verdadeiro êxito.

Você veio ao mundo sem conhecer as maravilhosas faculdades que possui e a maioria das pessoas vive sem tentar desenvolver, cientificamente, o potencial que tem.

Sua verdadeira personalidade começará a se desenvolver, quando você for capaz de sentir, através da intuição profunda, que não é este corpo sólido, mas sim a divina e eterna corrente de Vida e Consciência que flui dentro do corpo.



Amor e LUZ!

“Desperta-me, Ó Pai Celestial, 
para que eu possa ressuscitar 
do confinante sepulcro do corpo 
para a consciência 
de meu corpo cósmico.

Ó Amor imortal,
 une meu amor com Teu amor, 
minha vida com Tua alegria,
 minha mente com 
Tua consciência cósmica.”

Meditações Metafísicas - Paramahansa Yogananda


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Norma Lúcia Villares

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

Postado por Norma Villares



 

Consciência Cósmica

 


“Quando meus dois olhos, que contemplam tanto o bem quanto o mal, se tornarem um só e contemplarem em todas as coisas apenas a celestial bondade de Deus, verei que meu corpo, minha mente e minha alma se tornaram repletos de Sua Luz Onipresente.

O oceano do Espírito tornou-se a pequena onda de minha alma. Já não sou a onda de consciência que se julgava separada do mar da Consciência Cósmica. Sou o oceano do Espírito, que se tornou a onda de uma vida humana.

Eu sou consciência indestrutível, protegida no seio da imortalidade do Espírito.”

Meditações Metafísicas. Paramahansa Yogananda



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Norma Lúcia Villares

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Caminheiros Evolutivos

Muito obrigada pela sua presença iluminada

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