A ARTE DE VIVER A PASSAGEM

Postado por Norma Villares


Inspirado no livro da vida e da morte dos Tibetanos, Pierre Weil facilitava esse seminário apontando para as oportunidade que representam os intervalos existentes antes, durante e depois da passagem, para realizar a verdadeira natureza do espírito e representa uma grande aventura, tal qual a vida...

Aprendendo a vivenciar e reflexionar sobre a intencionalidade no processo evolutivo e a aprendizagem do viver e do morrer como estados diferenciados provisórios e impermanentes. Apoiando-se nas descobertas mais recentes da Psicologia Transpessoal e da Parapsicologia dá uma demonstração insofismável de que a morte é não somente uma ilusão, mas também uma grande oportunidade para a transcendência.

Aprendendo a viver a morte aprendemos a viver a vida.

E todos um dia terá exaurido seu tempo na terra, e aprenderá compreender com arte a fórmula serena de dizer adeus. Aos que ficam, apenas saudades... Aos que partem alegrias do retorno a pátria espiritual.

E A VIDA CONTINUA...




METAPRINCÍPIO - SERVIÇO

Postado por Norma Villares



Eu dormia e sonhava que a vida era alegria
Despertei e vi que a vida era serviço
Servi e vi que a vida era alegria.
Rabindranath Tagora


Finalmente, o quinto metaprincípio é o do serviço, o viço do Ser, que expressa a suprema Lei do Amor, esse amor de onde viemos e para onde retornaremos, já que estamos condenados a amar.

A existência é uma escola para onde viemos aprender a amar e a servir a partir de uma vocação particular. Não há forma de servir mais excelente do que você se tornar quem você realmente é.

Eis um outro poema altaneiro do grande Tagore:

Oh amigo meu, amiga minha,

meu coração está angustiado

pelo peso de todos os tesouros,

que não entreguei a ti.

O que nos pesa é o que retemos, o que não ofertamos. Na realidade, apenas temos o que oferecemos, o que servimos, que nenhum ladrão e nem mesmo a morte poderá nos roubar.



Para que demolir os muros da prisão do apego?

Para que forjar o aço do Ser através da plena atenção?

Para que cruzar o vale de lágri­mas no veículo da aceitação, transmutando a dor em flor?

Para que des­velar a vocação e esculpir a existência como uma obra-prima?

Para que realizar-se plenamente, se não for para servir!


O quinto metaprincípio focaliza a lei do amor, a terapia essencial. Cuidar da dor, não da minha dor, mas da dor do outro.

Velar pelo outro autenticamente, não visando retribuição, implica auto-transcendência: quando me esqueço e, pelo outro, me esvazio de mim mesmo, abre-se um espaço intensa­mente vital por onde atuam as forças curativas da Natureza.

Servir é o princípio que desvela a verdadeira compaixão, e com ela que se caminha para auto-transcendência.

Eis o epitáfio que gostaria, quem sabe um dia, de merecer:
Confesso que servi.

Crema Roberto. Saúde e plenitude. Um caminho para o Ser. Editora Summus, 1995, 1ª edição, São Paulo-SP.




A VERDADE INTERIOR

Postado por Norma Villares



Nós sempre sabemos qual o nosso problema.

Basta olhar para dentro.


No nosso íntimo, sempre sabemos o que é verdadeiro ou não. Por mais que tentemos escamotear nossos sentimentos para o mundo externo, dentro de nós, sabemos o que se passa.


Por isso, o mestre interior diz: "Você sabe qual é o problema e também compreende a verdade da questão."


Para chegar à verdade interior de nossos pensamentos, precisamos ficar receptivos, suspender idéias preconcebidas e não rotular as pessoas. Devemos também rejeitar a idéia de que algo não pode funcionar. Não temos como presumir isso.


Chegou o tempo de dar vez ao impossível e ao improvável. Eles podem acontecer...


Acreditar nisso é, de certa forma, ficar dependente do Cosmo, permitindo que ele nos guie. O poder da verdade interior acumula-se à medida que conhecemos as Leis Cósmicas.


Por exemplo, com o Livro das Mutações, aprendemos que não adianta provocar resultados através do conflito. A raiva, por mais justificada que seja, bloqueia a solução correta.


Quando somos firmes na busca da verdade interior, nossa firmeza é compreendida a milhares de distância. Essa verdade pode ser ainda desconhecida por nós, mas não importa.


Devemos confiar nela do mesmo jeito, mantendo-nos abertos a percebê-la, a captá-la a qualquer momento. Aí, a solução que buscamos surgirá naturalmente, mesmo que ainda não sejamos capazes de compreender o que está acontecendo.


A verdade interior não pode ser dominada, guardada e usada a nosso bel-prazer. Primeiro, devemos apreendê-la intuitivamente, depois confirmá-la experimentalmente. Assim, o insight se torna conhecimento do coração.


Não podemos nem mesmo captar a verdade interior enquanto não estivermos em sintonia com nosso eu mais profundo, com as vibrações que emanam das coisas. Mas, uma vez em contato com ela, podemos usá-la como um recurso inesgotável.


Ela sempre nos indicará o caminho certo, em meio a todas as dificuldades. (Wu Fang).


Sábio é aquele que ouve antes de falar, que sorri antes de chorar, que permanece quieto para sentir o frescor da brisa do seu interior. Lao Tsé.


Entregue ao Universo.


Deixe estar nas mãos Divinas.


Deixe estar...


O AMOR É COMPREENSÃO

Postado por Norma Villares


Há muitos tipos de amor. A vida tem uma grande necessidade da presença do amor, mas não do tipo de amor que se baseia na sensualidade, paixão, apego, discriminação e pré-concepção.

Há um outro tipo de amor, certamente necessário o qual consiste na generosidade amorosa e na compaixão.

Geralmente, quando as pessoas falam de amor, estão se referindo apenas ao amor que existe entre pais e filhos, casais, familiares ou entre membros de uma classe ou país.

Como a natureza de tal amor depende dos conceitos de ‘meu’ e ‘minha’, ele permanece enredado em apego e discriminação.

Pessoas apegadas se preocupam com acidentes que possam atingir seus entes queridos antes mesmo de ocorrerem.Caso ocorram, sofrem terrivelmente.

O amor baseado na discriminação gera preconceito.

As pessoas tornam-se indiferentes ou mesmo hostis ao que está além do seu próprio círculo de amor.

O amor de que todos os seres verdadeiramente estão sedentos é a generosidade amorosa e a compaixão.

Generosidade é o amor que é capaz de levar felicidade ao outro.

Compaixão é o amor capaz de remover o sofrimento do outro.

Nada pedem ou esperam em troca.

Se estendem a todas as pessoas e seres.

Não há nem ‘meu’ ou ‘não meu’. Onde não há discriminação, não existe apego.

Com a generosidade amorosa e compaixão, a vida se enriquece de paz, alegria e contentamento."

Fonte:

THICH NHAT HANH. Velho Caminho Nuvens Brancas- Seguindo as Pegadas do Buda. Amor é Compreensão (pag. 42).

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O ABRAÇO DE DR. BEZERRA

Postado por Norma Villares


Era uma terça-feira do mês de junho de 1886. Bezerra de Menezes acabava de presidir a uma das sessões públicas da Casa de Ismael, na Av. Passos - RJ.

Sua palavra esclarecida e carinhosa, à moda de uma chuva fina e criadeira, no dizer de M. Quintão, penetrava nas almas de quantos encarnados e desencarnados lhe ouviam a evangélica dissertação sobre uma Lição do "Livro da Vida"!

Os olhos estavam marejados de lágrimas, tanto de ouvintes como os do próprio orador.

Acabada a sessão, descera Bezerra com passos tardos, ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira.

E ia, humildemente, indagando dos mais íntimos, se ferira alguém com sua palavra que lhe perdoassem o descuido e ia descendo e afagando a todos que o esperavam ávidos dos seus conselhos, dos seus sorrisos, do seu olhar manso e bom.

No sucedâneo da escada, localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada.

Os dois se olharam. Bezerra compreendeu logo que ali estava um caso, todo particular, para ele resolver.

Oh! Benditos os que têm olhos no coração!

E Bezerra os tinha e tem!

E levou o desconhecido para um canto e lhe ouviu, com atenção, o desabafo, o pedido.

- Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos...
E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril!

Bezerra apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro. Nada encontrou nos bolsos. Apenas a passagem do bonde... Tornou-se mais apiedado e apreensivo. Levantou os olhos já molhados de pranto para o Alto e, numa prece muda, pediu inspiração a seu anjo tutelar e solucionador de seus problemas.

Depois, virando-se para o irmão.
- Meu filho, você tem fé em Deus?
-Tenho e muita Dr. Bezerra!
- Pois então, em seu santíssimo nome, receba esta abraço.
E abraçou o desesperado irmão, envolvente e demoradamente.

E, despedindo-se:
-Vá, meu filho, na paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade.
E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os. E confie no amor de Deus, que seu caso há de ser resolvido.

Bezerra partira.

A caminho do lar, meditava, teria cumprido seu dever, será que possibilatara ajuda ao irmão em prova, faminto e doente?

E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço.

Não possuía nenhum dinherio. O próprio anel de grau já não estava em seus dedos, Tudo havia dado. Não tendo dinheiro dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma, ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isso lhe bastara...

E, neste estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar.

Uma semana se passara.

Bezerra não se recordava mais do sucedido.
Muitos eram os problems alheios.
Após a sessão de outra terça-feira, descia as escadas da Federação.
Alguém, no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz:

-Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra, o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora. Daqui saí logo sentindo-me melhor. Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos. Na linguagem do coração, oramos todos a Deus. Na água que bebemos e demos aos familiares, parece, continha alimento, pois dormimos todos bem.
No dia seguinte, estávamos sem febre e como alimentados... E veio-me uma inspiração, guiando-me a uma porta que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meus problemas, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje. E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro!

O ambiente era tocante!

Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido.

E uma prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratulatória, subiu aos céus, louvando quele que é, em verdade, a porta de nossas esperanças, o advogado querido de todas as nossas causas!

LOUVADO SEJA O NOME DE DEUS!

E ABENÇOADO SEJA O NOME DE QUEM, EM SEU NOME, NUM ABRAÇO, FAZ MARAVILHAS, A VERDADEIRA CARIDADE DESCONHECIDA!

Dr. Bezerra de Menezes era médico de homens e de almas.



Você já deu um abraço em alguém hoje? Não custa nada e faz uma grande diferença.

Um abraço em nome de Deus, faz maravilhas!

Tenha uma excelente semana!

Fonte:
Gama Ramiro. Lindos Casos de Bezerra de Menezes.

GENTILEZA E AFETO

Postado por Norma Villares


As pupilas dilatadas pelo amor humano. Gentileza e Afeto.

Há algum tempo, li não sei onde um episódio ocorrido com uma escritora que foi passar dois meses numa região montanhosa de um país europeu, num período do ano em que era freqüente acontecerem grandes tempestades; ia com o propósito de conhecer os costumes da gente do campo e colher assim material para um romance.

Quando estava desfazendo as malas no pequeno chalé que alugara, com a ajuda da caseira que morava perto dali, desabou um grande temporal e as luzes se apagaram. A caseira acendeu umas velas e, enquanto atiçava o fogo na lareira, bateram à porta. Era um rapazinho de uns doze anos, conhecido da caseira. Depois de recuperar o fôlego, o menino disse:


- Vim ver se está tudo bem com a senhora.

A caseira agradeceu e apresentou-o à escritora. Como a ventania aumentasse e a chuva caísse com mais força, o rapaz perguntou à recém-chegada:


- A senhora não tem medo?

A escritora ia dizer que não, mas a caseira, que evidentemente não estava nem um pouco assustada, atalhou-a:


- É claro que ela estava morrendo de medo, assim como eu. Mas agora temos um homem aqui, e tudo vai ficar bem.

Quando a tormenta passou, o menino despediu-se e saiu, capengando do modo mais garboso que podia.

A escritora ficou pensativa e perguntou-se: "Por que não me ocorreu responder à pergunta do menino como a caseira?"

E evocou tantas situações da sua vida em que se mostrara pouco sensível às necessidades dos outros por estar absorvida nas suas coisas.


"Que havia naquela mulher simples do campo - continuou a pensar - que a tornava capaz de transformar um menino aleijado num homem confiante?"


E teve de reconhecer: simples detalhes de gentileza e afeto.

Pois é precisamente no convívio com as outras pessoas que a atenção para os detalhes se reveste de um significado especial.

Merece até um nome particular: delicadeza, que reclama uma grande diligência e grandeza de alma. É ela que permeia todas as virtudes próprias da convivência, como a cordialidade, a afabilidade, o acolhimento, o perdão, a paciência, enfim, a caridade.


Manifesta-se principalmente, em palavras de Machado de Assis, "nesse desejo de bem servir que é a alma de toda a cortesia".

Nunca deveria dar-se motivo para o comentário cético daquele que dizia que o lar é o centro geométrico das grandes dedicações e das pequenas desatenções.

Mas trata-se de exercitar a "arte de ser amável" não apenas no sentido ativo, mas também no sentido passivo, isto é, facilitando aos outros que nos queiram bem.

Quando penso nisto, lembro-me sempre de um cantor nacional que, há uns trinta anos, fazia um programa de TV com muito sucesso e que, no fim de cada apresentação, se despedia com as mesmas palavras:


"Continuem a querer-me bem, que não custa nada".


É isso o que quero dizer com ser amável no sentido passivo: que, pela nossa gentileza, não custe aos outros nada ou quase nada querer-nos bem.


Fonte:

Fonseca J Malvar. Coisas Pequenas. Editora Quadrante, São Paulo, 1996.

Gentileza a Afeto devem andar de mãos dadas. É por meio do bom e gentil contato com o outro que formamos uma consciência numinosa.

Segue flores perfumadas para cada ser de luz que nos adicionou e nos visita, nos dois blogs.

Feliz dia da GENTILEZA!

Vida perfumada pelo amor é uma vida com trilhas iluminadas.

Paz Profunda!


ZEN E O TRABALHO

Postado por Norma Villares


O zen budismo pode significar uma fonte inspiradora para o paradigma ocidental em crise bem como para a vida cotidiana. Isso porque o zen não é uma teoria ou filosofia. É uma prática de vida que se inscreve na tradição das grandes sabedorias da humanidade.

O zen pode ser vivido pelas mais diferentes pessoas, simples donas de casa, empresários e pessoas religiosas de diferentes credos.


O centro para o zen budismo não está na razão, tão importante para a nossa cultura ocidental. Mas na consciência. Para nós a consciência é algo mental. Para o zen budismo cada sentido corporal possui a sua consciência: a visão, o olfato, o paladar, a audição e o tato. Um sexto é a razão. Tudo se concentra em ativar com a maior atenção possível cada uma destas consciências, a partir das coisas do dia-a-dia. Possuir uma atitude zen é discernir cada nuance do verde, perceber cada ruído, sentir cada cheiro, aperceber-se de cada toque. E estar atento às perambulações da razão no seu fluxo interminável.

Por isso, o zen se constrói sobre a concentração, a atenção, o cuidado e a inteireza em tudo aquilo que se faz. Por exemplo, expulsar um gato da poltrona pode ser zen; também libertar os cachorros do canil e deixá-lo correr pelo no jardim.

Conta-se que um guerreiro samurai antes de uma batalha visitou um mestre zen e lhe perguntou: "que é o céu e o inferno"?

- O mestre respondeu: "para gente armada como você não perco nenhum minuto". O samurai enfurecido tirou a espada e disse: "por tal senvergonhice poderia matá-lo agora mesmo".

E
aí disse-lhe calmamente o mestre: "eis aí o inferno".

O
samurai caiu em si com a calma do mestre, meteu a espada na bainha e foi embora. E o mestre lhe gritou atrás: "eis ai o céu."


O que a atitude zen visa, é a completa integração da pessoa com a realidade que vive. Deparamo-nos no meio de diferenças, compartimentando nossa vida. O zen busca o vazio. Mas esse vazio não é vazio. É o espaço livre no qual tudo pode se formar. Por isso não podemos ficar presos a isto e àquilo.

Quando um discípulo perguntou ao mestre: "quem somos"? respondeu apontando simplesmente para o universo: "somos tudo isso". Você é a planta, a árvore, a montanha, a estrela, o inteiro universo.

Quando nos concentramos totalmente em tais realidades, nos identificamos com elas. Mas isso só é possível se ficarmos vazios e permitirmos que as coisas nos tomem totalmente. O pequeno eu desaparece para surgir o eu profundo. Então somos um com o todo. Este caminho exige muita disciplina. Não é nada fácil ultrapassar as flutuações de cada uma das consciências e criar um centro unificador.


Há uma base cosmológica para a busca desta unidade originária. Hoje sabemos que todos os seres provém dos elementos físicoquímicos que se forjaram no coração das grandes estrelas vermelhas que depois explodiram. Todos estávamos um dia juntos naquele coração incandescente. Guardamos uma memória cósmica desta nossa ancestralidade.

Depois, sabemos também que possuímos o mesmo código genético de base presente em todos os demais seres vivos. Viemos de uma bactéria primordial surgida há 3,8 bilhões de anos. Formamos a única e sagrada comunidade de vida.

Ao buscar um centro unificador, o zen nos convida a fazer esta viagem interior. É escusado dizer que tudo isso vale para todos mas principalmente para mim.


Fonte:
Leonardo Boff é Teólogo, professor e membro da Comissão da Carta da Terra


MENSAGENS OCULTAS DA ÁGUA

Postado por Norma Villares



Após muitos anos de estudo o Dr. Masuro Emoto graduado em Yokohama City University, onde atende no Departamento de "Ciência e Humanidade", laborando no Instituo Geral H. I. M. onde iniciou uma excelente pesquisa sobre a água. São esses novos conhecimentos mostrados nos vídeos, desse explorador e pesquisador de um mundo invisível desconhecido e realizado com a água.





Não há nada de oculto que não se possa revelar. Suas pesquisas chegaram a essas brilhantes revelações. Vale a pena assistir.



As modificações dos cristais vão acontecendo paulatinamente com a mudança dos pensamentos.


Agradeço a atenção, mas essas postagens são interessantes ter num blog, até porque muitos visitantes fazem palestras e pode usufruir desses conhecimentos.

Estava passeando pela blogsfera e encontrei um blog muito interessante e instrutivo, "La Ciência de La Naturaleza", clica aí e, conheça esse blog vale a pena passear por ele.

Paz Profunda!

Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=DfBO1o50BU8&feature=player_embedded
http://naturalezacosmica.blogspot.com/2009/09/mensajes-en-el-agua.html#comment-form

FORÇA DA PAZ - QUEBRA DO MURO DE BERLIM

Postado por Norma Villares


Alemães ajudam a quebrar o muro, símbolo maior
da opressão do estado socialista do oriente (URSS)


Fim da "Guerra Fria".
Hoje, 9 de novembro de 2009, completa 20 anos da queda do muro de Berlim é universalmente interpretada como o fim da guerra fria e a vitória do capitalismo e da democracia liberal.

O grande muro era a marca terrível de uma divisão abominável, cicatrizes profundas deixadas nas mentes dos alemães divididos. Famílias inteiras sem ver seus parentes, e vivendo tão perto, separados apenas por um muro, diga-se de passagem um "MURO VERGONHOSO". Uma divisão entre dois blocos, um capitalista, liderado pelos Estados Unidos; e outro socialista que tinha a União Soviética como cabeça, coração e cofre.
Quando a parede caiu, foi carimbada a vitória do lado ocidental e, de quebra, declarado o fim do sentido da distinção entre esquerda e direita.

Nesse festival de abraços do reencontro, contam que a cada retirada de uma pedra do muro, os alemães cantava:

Força da Paz.
Cresça
Cresça sempre mais
Que reine a paz
Acabem-se as fronteiras
Força da Paz



Segue uma galeria de fotos, clica aqui.

Essa notícia eu vi, no blog da amiga Carmem L Vilanova "Eu Sei Que Vou Te Amar. Viver Integral. Clica aí e conheça esse blog.

Abraços ricos de PAZ PROFUNDA!


Caminheiros Evolutivos

Muito obrigada pela sua presença iluminada

Muito obrigada pela sua presença iluminada