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15 de dez. de 2009

TRÊS DIVINDADES DISTINTAS NUMA SÓ PESSOA


TRÊS DIVINDADES DISTINTAS NUMA SÓ PESSOA

Iniciamos na postagem abaixo falando sobre Hermes Trimegistos conhecido na Grécia como um SER três vezes grande, por isso a denominação Trimegistos, e vêmo-lo no Egito como Toth e em Roma como Mercúrio.

São três divindades distintas numa só pessoa (o mesmo presente em todas).

Essa trindade se repete em todas religiões ancestrais, e que apresenta numa linguagem exotérica e esotérica. E nessas linguagens, percebemos que abrem-se em três conceitos-chaves que estrutura o arcabouço da Unidade.

1º) Um Conceito Cosmogônico: a concordância do macrocosmo e do microcosmo, pela constituição trinitária da divindade, do universo e do homem.

2º) Um Conceito Psicológico: a evolução dos seres pela pluralidade das existências.

3°) Um Conceito Histórico: a evolução da humanidade pela combinação da liberdade humana e de um influxo Divino.

Tais conhecimentos herméticos abarcavam os três Mundos: Físico; Astral e Mental. Também se estruturavam nas áreas: da ciência; filosofia e religião. Compondo-se da arte e, seu dom supremo era a educação da consciência humana.

O hermetismo mesmo perdido ao longo da história, pela distância existente entre a ciência, filosofia e religião, ainda resta-lhe a arte tão primorosa e enigmática nas linhas escritas em seus livros. Mesmo perdida a arte de formar-se e criar-se almas e, ela só será re-descoberta quando a Ciência e a Religião, repensadas e refundidas em uma única força viva, convergir para a sublime tarefa de magnificar a Humanidade".


Referência bibliográfica:

1. Schuré Édouard. Os grandes Iniciados, HERMES. Editora Martin Claret, SãoPaulo, 1996.

12 de dez. de 2009

HERMES TRIMEGISTOS

Ó Alma cega! Arma-se com o facho dos Mistérios e tu descobrirás na noite terrena o teu Duplo luminoso, a tua Alma celeste. Segue esse guia Divino e que ele seja o teu Gênio. – Porque ele contém a chave das tuas existências passadas e futuras.” Apelo aos iniciados. Do livro dos Mortos. Hermes Trimegisto

Os mistérios do antigo Egito, vemos que a raça negra, que suce­deu na do­minação do mundo à raça austral, fez do Al­to Egito o seu santuário.


O nome de Hermes Trimegisto, três vezes grande, pois o consideraram como rei, legislador e sacerdote, num época em que o sacer­dócio, a magistratura e a realeza se encontravam reunidos num só corpo governante. Foi o misterioso e primeiro iniciador do Egito nas doutrinas sagradas, reporta-se a uma primitiva e pa­cífica mistura da raça branca e da raça negra nas regiões da Etiópia e do Alto Egito, muito antes da raça ariana.


Hermes é um nome genérico como os de Manu e Buda. Ele é conhecido no Egito como Thot, na Grécia como Hermes e em Roma como Mercúrio. Designa simultaneamente um homem, e um deus.


É o primeiro_e grande iniciador do Egito. O sacerdócio, depositário das tradições ocultas; deus é o planeta Mercúrio, comparado com a sua esfera a uma categoria de es­píritos, de iniciadores Divinos, em uma palavra, Hermes preside às regiões supraterrestres da iniciação celestial. Todas estas coi­sas estão ligadas por afinidades secretas, que as unem como um fio invisível. O nome de Hermes é um talismã que as resume, um som magnífico que as evoca, daí o seu prestígio.


A cronologia egípcia de Mâneton chama à sua época o reino dos deuses, não existia o papiro nem a escrita fonética, mas exis­tia a ideografia sagrada, a ciência do sacerdócio estava escri­ta em hieróglifos nas colunas e nas paredes das criptas. Só mais tarde é que ela passa para as bi­bliotecas dos templos, consideravelmente aumentadas. Os egípcios atribuíam a Hermes quarenta e dois livros que tratavam da "ciência oculta.


O livro grego, co­nhecido sob o nome de Hermes Trismegisto, encerra certamente os restos alterados, mas infinita­mente preciosos, da antiga teogonia, que é como que o ‘Fiat Lux’ de que Moisés e Orfeu receberam os primeiros raios.

A doutrina do Princípio-Fogo e do Verbo-Luz, encerrada na Visão de Hermes, é como que o vértice e o centro da iniciação egípcia.

Tentaremos, muito rápido nessa coluna, encontrar essa visão dos mestres, essa rosa mística que só na noite do santuário e nos arcanos das grandes religiões floresce.


Referência bibliográfica:

1. Schuré Édouard. Os grandes Iniciados, HERMES. Editora Martin Claret, SãoPaulo, 1996.